Pagas dezenas de milhares por ano por um software que não é teu? Ou estás a pensar começar a pagar?
Pagas licença por cada utilizador e ainda assim cada alteração é um orçamento ao parceiro. Metade do que o software faz, ninguém na equipa usa. Antes de renovar ou assinar, há uma conta que vale a pena fazer.
+60 empresas já trabalharam connoscoAI Solutions, empresa portuguesa de software, AI-first
Empresas que já confiaram em nós
Reconheces alguma destas situações?
As licenças sobem todos os anos: o Salesforce subiu 6% em agosto de 2025 e em setembro de 2026 a edição intermédia passou de 175 para 195 € por utilizador e mês; a manutenção anual do PHC CS passou de 19% para 24% do valor do software em setembro de 2025 (comunicados e preçários oficiais das duas marcas).
Uma PME de 20 pessoas paga por 80% de funcionalidades que não usa. O padrão repete-se nas reviews públicas de CRM e nas nossas reuniões de discovery: a equipa usa uma fração e paga o pacote inteiro.
A API vem só nos planos de cima: no Salesforce fica fora das edições de entrada e a edição intermédia custa 195 € por utilizador e mês; no Odoo só no plano Custom, que sobe o preço de toda a equipa (preçário e documentação oficiais, set/2026).
Cada campo novo é um orçamento ao parceiro. Um cliente nosso teve de pedir orçamento ao fornecedor do ERP só para acrescentar uma consulta à API do próprio sistema (email real, anonimizado).
A implementação custa tanto ou mais do que as licenças: no Business Central, nas PME, mais do que os primeiros 18 meses de subscrição; no SAP Business One, as licenças são só 30 a 40% do investimento (guias de implementação de parceiros).
«Qualquer software que nós utilizamos tem tanta tralha, mas depois acaba por não ter muitas vezes aquilo que a gente quer.»
Faz a conta ao teu software
Escolhe a tua situação, o software e o tamanho da equipa. Mostramos o que a prateleira custa de lista, com fonte e data, ao lado do que muda à medida.
Passo 1
A tua situação
Passo 2
Qual usas hoje?Qual estás a avaliar?
Passo 3
Quantas pessoas vão usar?
Se souberes quanto pagas, a conta usa esse valor em vez do preço de lista.
- Licenças
- CS e Evolution sem preço público: orçamento de parceiro. Manutenção anual (PHC ON) a 24% do valor do software desde setembro de 2025 (página oficial de evolução de preços). Cloud: 50 a 150 €/mês de base mais 27 € por utilizador adicional; on-premises de 189 a 2.609 €/ano (tabela de parceiro HeraPrime, 2026). Utilizadores, empresas e módulos somam à unidade. 100 a 195 € por utilizador e mês nas edições Pro Suite e Core, plano anual; a Starter custa 25 € e a Advanced chega aos 395 € (preçário oficial UE, set/2026). A edição intermédia custava 175 € até agosto de 2026; o contrato típico permite mais 8 a 10% em cada renovação. Standard a Custom: cerca de 19,90 a 37,40 € por utilizador de backend e mês em Portugal (aprox., preço PT por confirmar em odoo.com, set/2026). Um preço para todas as apps; portais não pagam. Business Central 69,30 a 95,30 € e Dynamics 365 Sales 56,30 a 130 € por utilizador e mês (preçário oficial PT, set/2026). Primeira subida do BC em outubro de 2025. Subscrição 47 a 91 € por utilizador e mês, ou perpétua de 1.140 a 2.700 € por utilizador mais 18 a 22% de manutenção por ano (tabela SEIDOR PT, set/2026). Sage 50: 20,30 a 63,70 € por mês e posto, subscrição anual (preçário oficial PT, set/2026). Sage 100 e X3 sem preço público. Fim das licenças perpétuas em 2023. Licença por utilizador e mês, com escalões; sobe a cada plano e a cada renovação. Licença por utilizador e mês, todos os anos. Diz-nos o valor e a conta faz-se com ele. Licença por utilizador e mês, todos os anos, com subidas na renovação. A fatura cresce com cada pessoa que entra.
- À medida connoscoZero por utilizador. A equipa cresce e a fatura não.
- De quem é
- Licença perpétua no CS, mas sem PHC ON a instalação congela. Boa parte da lógica vive em personalizações que só o parceiro conhece. Subscrição: da Cegid. Em muitas empresas o Primavera nem é da empresa, é do gabinete de contabilidade. Da Salesforce. Os dados exportam-se, mas os ecrãs e as automações vivem na subscrição: se deixas de pagar, desliga. Community é open source; Enterprise só funciona com subscrição válida. Personalizações Studio e módulos custom partem em cada upgrade. Subscrição Microsoft; as extensões à medida são do parceiro que as escreveu. A localização fiscal portuguesa do Business Central é uma app de parceiro. Perpétua ou subscrição, sempre via parceiro certificado. Os add-ons verticais são de terceiros e partem nos upgrades. Subscrição: sem pagar, o software deixa de emitir. Muitas instalações existem por prescrição do contabilista. Da marca. Se deixas de pagar, desliga. Da marca, salvo raras exceções. Se deixas de pagar, desliga. Da marca. Configuração e dados vivem na plataforma; se deixas de pagar, desliga.
- À medida connoscoTeu. Código e dados ficam do teu lado.
- Alterações
- Cada campo, ecrã ou regra é personalização xBase feita pelo parceiro, paga à hora ou por orçamento. Mapas, integrações e campos fora do standard são projeto do parceiro, à hora ou por orçamento. Implementação típica de 5.000 a 15.000 € (HeraPrime, 2026). Campos e ecrãs faz um admin; lógica a sério é Apex ou Flow, com consultora à hora. O custo real anda em 2 a 3 vezes a subscrição. Adaptar o processo faz-se com Studio (só Enterprise; em Online obriga ao plano Custom) ou com módulos de parceiro. Upgrade obrigatório de 2 em 2 anos em Online. Customização em extensões AL por parceiro. Nos SMB a implementação custa tipicamente mais do que os primeiros 18 meses de licenças (360 Visibility). Tudo passa pelo parceiro. As licenças são só 30 a 40% do investimento total; implementação típica de 30.000 a 40.000 € numa PME de 20 utilizadores (guias de parceiros, 2025). Módulos por catálogo; fora disso é revendedor ou não se faz. Campos e pipelines configuras tu; o que sai do standard depende do plano ou de apps pagas. Depende do software; na maior parte é orçamento ao parceiro ou ao fornecedor. Implementação por parceiro, paga à parte, e cada alteração ao standard é um orçamento novo.
- À medida connoscoEvolução contínua depois do arranque, sem orçamento por cada campo novo.
- Integrações e API
- O CS não tem API REST oficial: só um webservice SOAP com scripts internos, que exige a camada web licenciada à parte. O GO tem REST aberta. Web API REST oficial no v10, instalada no servidor do cliente. Em v9 não existe, e o v9 já não recebe atualizações legais. API excelente, mas não vem nas edições de entrada: abaixo da edição intermédia é paga à parte. Confirma o que a tua edição inclui antes de contar com integrações. API externa e webhooks só no plano Custom: a primeira integração sobe o preço de toda a equipa. A API XML-RPC tem data de remoção (2027 e 2028). API REST/OData moderna nos dois produtos, com webhooks e limites (6.000 pedidos por 5 minutos no Business Central). Integrar é sempre viável. A Service Layer (REST/OData) existe, mas cada sessão consome uma licença e depende de o parceiro a expor. Sage 50 sem API na internet: a API oficial é local (COM/.NET) e corre na máquina onde o Sage está instalado. O X3 tem webservices. API quase sempre existe, mas com limites e muitas vezes só nos planos superiores. Depende do software: já ligámos a ERPs sem API e a APIs de todos os feitios. API e automações quase sempre nos planos de cima; ligar ao email, à faturação ou ao WhatsApp é projeto extra.
- À medida connoscoConstruído à volta do teu processo, com as ligações incluídas.
- Inteligência artificial
- Assistente Cegid Pulse só no Evolution, em subscrição. No CS clássico não há IA de origem. Automação e apps por cima do ERP passam por plataforma à parte (OMNIA) ou por projeto de parceiro. Einstein e Agentforce nas edições de topo ou como add-on: a edição Max custa 550 € por utilizador e mês (preçário oficial UE, set/2026). Odoo AI só em Enterprise e a viver dentro do Odoo; não toca o WhatsApp nem o processo fora dele. Copilot incluído em graus diferentes; Power Automate, Power BI e Copilot avançado somam licenças por utilizador. IA a sério está no roadmap da versão 11, prevista para 2027 (roadmap SAP, via parceiros). Automação e IA quase inexistentes nas linhas 50 e 100. Assistentes de IA como add-on ou tier superior. Quando existe, costuma ser add-on pago. Add-on pago por utilizador, quando existe.
- À medida connoscoDe origem, onde faz sentido no teu processo.
- O que fica onde está
- Faturação certificada e contabilidade portuguesas são o que o PHC faz bem. Ficam. Contabilidade e faturação certificada (certificado AT n.º 30) são o coração do produto e o motivo pelo qual o contabilista o escolheu. Ficam. O Salesforce não emite faturas nem faz contabilidade: essas peças já vivem noutro software, que se mantém. Faturação, stock valorizado e contabilidade são o que o Odoo faz bem. Ficam lá; o Odoo encolhe até ao motor. Finanças, contabilidade e faturação certificada (via localização do parceiro) ficam no Business Central. Financeira, contabilidade integrada e produção/MRP são o coração do produto. Ficam, e nós construímos por cima. Faturação certificada e contabilidade são a razão de ser do produto. Ficam a emitir; o trabalho à volta é que muda. Um CRM não fatura nem faz contabilidade: essas peças já vivem noutro sítio e mantêm-se. Faturação certificada e contabilidade ficam onde estão, seja no teu software ou num motor certificado. Módulos de faturação e contabilidade vêm no pacote, pagos, mesmo que o teu contabilista já tenha o software dele.
- À medida connoscoFaturação certificada, contabilidade e vencimentos continuam num motor certificado, ligado por API.
O nosso veredicto, sem rodeios
Construímos por cima
Por cima, ou só a parte operacional
A contabilidade e a faturação certificada ficam no PHC. O que substituímos é o que a equipa usa todos os dias e paga por inteiro: dossiers, CRM, suporte, aprovações, portais. Ou construímos por cima, com os webservices ativados pelo teu parceiro, sem mexer em nada.
Quem compra PHC de raiz hoje compra quase sempre o GO. Se o que precisas é do operacional à tua medida, o GO ou um motor de faturação certificado ficam por baixo e a plataforma constrói-se por cima, sem licença por utilizador.
Depende do plano
Só fecha contra planos carregados
A contabilidade fica no Primavera do contabilista, alimentada por nós pela API. O que sai é a operação: vendas, compras, stocks operacionais, tesouraria previsional. Num plano básico e pouco carregado, a prateleira pode ficar mais barata a 3 anos; aí o argumento passa a ser aderência ao processo e o custo do ano 4 em diante.
Se és pequeno e o contabilista já tem o Primavera dele, provavelmente nem precisas de comprar Primavera: plataforma à tua medida com um motor de faturação certificado por baixo. Se precisas de obras ou produção a sério, o Primavera é uma escolha racional e nós construímos por cima.
Substituição direta
Substituição direta faz sentido
Se pagas uma edição intermédia ou de topo e a equipa usa o equivalente à Starter, um CRM à medida cobre o que usas de facto, com IA de origem, e a licença desliga-se. Trava só se houver CPQ maduro ou apps do AppExchange sem as quais não vives: aí construímos por cima, pela API, sem mexer em nada.
Uma PME comercial raramente precisa do que justifica as edições de cima. Antes de assinar, faz a conta ao que a equipa vai usar de facto: um CRM à medida cobre isso sem licença por utilizador e com WhatsApp e IA de origem.
Depende do plano
O Odoo nunca vai a zero
A 10 utilizadores, o Odoo é dos softwares mais baratos por cabeça e a conta a 3 anos empata ou ganha em euros. O que ganhas connosco está noutro sítio: aderência ao processo, sem Studio a partir em cada upgrade, e um custo que deixa de crescer com a equipa. WhatsApp e IA entram em cada passo, sem plano Custom. A faturação e a contabilidade ficam no Odoo, que encolhe até ao motor.
Se precisas de stock, faturação e contabilidade na mesma base e o pipeline é simples, o Odoo com parceiro é uma escolha racional e nós construímos por cima. Se a dor é comercial, atendimento ou um processo específico, o à medida resolve isso sem plano Custom e sem preço por cabeça.
Construímos por cima
Business Central fica; o Sales é alvo legítimo
O Business Central é âncora: finanças e faturação certificada ficam lá e construímos por cima, pela API, num âmbito delimitado (portais, orçamentação, atendimento, aprovações). O Dynamics 365 Sales segue o racional do Salesforce: se a equipa usa uma fração do que paga, substitui-se por um CRM à medida que continua a viver no Outlook e no Teams.
A avaliar o Business Central de raiz numa PME de 20 pessoas, a conta inteira soma licenças, implementação acima de 18 meses de licenças e parceiro. Uma plataforma à medida com um motor certificado por baixo cobre o que a equipa vai usar de facto, sem licença por utilizador.
Construímos por cima
Construímos por cima, num âmbito delimitado
Quem tem Business One investiu muito a pô-lo a andar, e ele faz bem a parte financeira e a produção. A substituição total nunca é a proposta. O que fazemos é a camada que ele nunca te deu: dashboards, atendimento, orçamentação, portais e aprovações, a ler o SAP pela Service Layer com o parceiro no loop.
A avaliar SAP Business One de raiz: o primeiro ano de 20 utilizadores anda nos 45.000 a 55.000 € entre licenças e implementação (tabelas de parceiro, 2025). Uma PME de 20 pessoas raramente precisa do que justifica isso; faz a conta ao que vai usar de facto.
Integra-se, não se substitui
O Sage fica a emitir; o trabalho à volta muda
Contra o Sage 50, o argumento é o que ele nunca vai fazer: apanhar pedidos do email e do WhatsApp, transformá-los em documentos, conciliar, avisar, responder a clientes. O Sage fica a emitir faturas; o teu software à medida elimina as horas de trabalho manual à volta. No Sage 100 a conversa muda: substitui-se a gestão comercial que a equipa usa de facto, com contabilidade e salários intocados.
Se és pequeno e só precisas de faturar, o Sage 50 ou outro motor certificado barato chega, e o valor está em automatizar o que entra e sai dele. A avaliar o Sage 100: compara licenças, implementação e revendedor com uma plataforma feita para o teu processo.
Caso a caso
Diz-nos qual e fazemos a conta
HubSpot, Pipedrive e afins cobram por utilizador e guardam automações, relatórios e API para os planos de cima. Um CRM à medida cobre o que a tua equipa usa de facto, com WhatsApp e IA de origem, e o custo deixa de crescer com a equipa. Diz-nos qual e quantos pagam, e fazemos a conta contigo.
Caso a caso
Diz-nos qual e fazemos a conta
Já ligámos a ERPs sem API, a CRMs com API de todos os feitios e a folhas de Excel com 50 colunas. Diz-nos o que usas, quantos pagam e o que a equipa faz mesmo lá dentro, e fazemos a conta contigo.
Caso a caso
O cenário mais favorável
Só pagas o que precisas e nunca pagas os módulos que não conheces. Uma proposta de prateleira traz licença por utilizador, implementação e parceiro para tudo o que sai do standard. À medida, o sistema nasce do teu processo, com faturação certificada e contabilidade num motor barato por baixo.
Como integramos
No PHC CS o caminho é ativar os webservices com o teu parceiro PHC, ou ler diretamente a base de dados; já o fizemos em produção. No PHC GO há API REST aberta e liga-se em dias.
O Primavera v10 tem uma API oficial que se instala no teu servidor e cobre todos os módulos; ligamos por aí, com o parceiro informado, e escrevemos uma operação de cada vez para não gerar duplicados.
Liga-se por API em poucos dias: ler e escrever contactos, oportunidades e atividades é direto, desde que a tua edição inclua a API (nas de entrada é paga à parte). Migrar os dados para fora usa a mesma API.
Só com o plano Custom (ou Community num servidor teu) há API e webhooks. Ligamos pela API JSON-2 e o Odoo avisa-nos quando há encomenda ou fatura nova; nunca tocamos na faturação nem na contabilidade dele.
O Business Central e o Dynamics Sales têm API moderna e avisam-nos das alterações por webhook; ligamos sem tocar no ERP e a equipa continua a viver no Outlook e no Teams.
Pela Service Layer, a API do Business One, com um utilizador de integração próprio (que consome uma licença) e o parceiro SAP a abrir a porta. Começamos a ler; escrever documentos desenha-se com o financeiro à mesa, porque cada escrita gera lançamentos contabilísticos.
O Sage 50 liga-se com um pequeno serviço instalado na máquina onde ele corre, ou por exportações periódicas; o desenho exato depende da tua instalação. No Sage 100 e X3 o caminho define-se com o revendedor.
A maioria tem API REST; ligamos por aí para ler e escrever contactos e negócios, ou migramos os dados de uma vez se fizer sentido substituir.
Diz-nos qual. Já ligámos a ERPs sem API, a APIs de todos os feitios e a folhas de Excel; o caminho define-se na primeira reunião.
Partimos do que usas hoje: o Excel, o email, o papel. Ligamos o que já existe (email, faturação certificada, pagamentos) e o resto constrói-se à medida do processo.
A tua conta a 3 anos
aprox.
Conta feita com o valor que indicaste, não com preço de lista
Num plano básico e pouco carregado, a prateleira pode ficar mais barata a 3 anos; a conta só fecha contra planos carregados.
A 10 utilizadores o Odoo empata ou ganha em euros a 3 anos; o argumento a nosso favor é outro.
O Sage 50 é barato; a conta faz-se pelas horas de trabalho manual à volta dele, mais do que pela licença.
Os teus valores reais podem ser diferentes. Se souberes quanto pagas por ano, mete acima: a conta passa a usar esse número em vez do preço de lista.
A tua conta a 3 anos
Sem preço público, a conta faz-se com o que pagas hoje: se souberes o valor anual, mete acima. O que se sabe de custos está abaixo.
PHC CS e Evolution não publicam preços: é por orçamento de parceiro. O PHC GO, para empresas pequenas, custa 45,83 a 214,92 €/mês por pacote de 2 a 8 utilizadores (preçário oficial, set/2026).
O que costuma vir por baixo
- Manutenção anual (Cegid PHC ON) passou de 19% para 24% do valor do software em setembro de 2025; a subscrição anual do CS subiu 10% (página oficial de evolução de preços)
- Sem PHC ON, a instalação congela na versão antiga e perde funcionalidades exclusivas
- Lock-in duplo: no software e no parceiro que o personalizou
- Camada web (CS Web) licenciada à parte, e é nela que vive o único webservice oficial
O que uma proposta de prateleira traria por baixo
Cada CRM tem o seu preçário por utilizador e por plano. Diz-nos qual e quantos pagam, e fazemos a conta com o preçário dele.
Diz-nos qual é e fazemos a conta com o preçário dele.
A conta do teu lado à medida faz-se contigo, na primeira reunião, a partir do que a equipa usa de facto.
Como trabalhamos, sem ilusões
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Passo 1
Mapeamos o que a equipa usa de facto
Sentamo-nos com quem trabalha no software todos os dias. Na maioria das empresas, o que se usa a sério é 20 a 30% do que se paga. Se a conta não fechar para o teu caso, dizemos-te isso logo aí.
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Passo 2
Protótipo à segunda reunião
Mexes num protótipo com dados teus, em ambiente real. Um cliente pediu-nos exatamente isto: ver a funcionar a sério, e não em PowerPoint.
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Passo 3
Construímos por sprints
A equipa vê cada parte a funcionar antes de avançarmos para a seguinte, e corrige connosco pelo caminho.
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Passo 4
O que fica onde está
Faturação certificada, contabilidade e vencimentos continuam em motores certificados, ligados por uma chamada de API. Nunca prometemos substituí-los.
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Passo 5
Depois do arranque, evolução contínua
Manutenção e funcionalidades novas sem orçamento por cada alteração. O software cresce com a operação, e continua a ser teu.
O que já construímos
Software à medida em produção, por setor.
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Climatização e fotovoltaico
Dashboard de gestão comercial
Propostas, canais e resultados por comercial num só painel para a gerência, com relatório diário automático por WhatsApp e email.
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Transportes
Motor de orçamentação com zonas e distâncias
Calcula o preço por zona e distância e responde aos pedidos de clientes sem intervenção da equipa.
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Clínica
Marcação de vagas, pagamentos e faturação
Marcação de vagas, pagamento online e fatura emitida automaticamente por um motor certificado.
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Tratamento de água
Plataforma de orçamentos
Orçamentos técnicos feitos na plataforma; o ERP ficou só para o preço.
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Enoturismo
Calculadora de propostas e dashboard de vendas
Propostas calculadas em minutos e vendas visíveis em tempo real, ligado ao Microsoft 365.
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Têxtil
Plataforma de orçamentos com backoffice
Orçamentos com histórico por cliente e backoffice para a equipa comercial.
Sistemas com que já integrámos em produção
- PHC
- Moloni
- Shopify
- WooCommerce
- Microsoft 365
- Google Workspace
- WhatsApp Cloud API
- ifthenpay
- EuPago
- Chatwoot
As que têm caso publicado têm página própria, com o caso e as perguntas de quem compra: ver as integrações.
Marca a conversa de 30 minutosJá temos o teu pedido. Queres adiantar a conversa?
Escolhe o horário que te der mais jeito. Olhamos para o software que usas hoje, ou para as propostas que tens em cima da mesa, e dizemos-te o que faria sentido construir primeiro. Se a conta não fechar para o teu caso, dizemos-te isso também.
A nossa equipa vai ligar-te, mas se preferires escolhe já o horário. São 30 minutos com quem desenha estas soluções, e sais com a conta feita para o teu caso.
A carregar a agenda... Se não aparecer, abre a agenda num separador novo.
Com quem vais falar
Quando marcares reunião, vai ser com uma destas pessoas. Não é um vendedor anónimo, é parte da equipa que vai trabalhar contigo.
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Diogo Bernardino
Sales Development Representative
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Diogo Gonçalves
Co-Fundador e Diretor Comercial
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Manuel Condeço
Sales Executive
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Funcionária do Mês
BIA
Comercial Virtual
Trabalho 24/7 sem café. Fala comigo e vê tu mesmo se sou robótica.
As perguntas que ouvimos antes de cada projeto à medida
Resposta direta a cada uma.
E a faturação certificada pela AT?
Fica num motor certificado, ligado por API. O teu software à medida prepara tudo (orçamento, encomenda, dados do cliente) e a fatura sai pelo programa que já usas ou por um serviço certificado de poucos euros por mês. Nunca reimplementamos assinatura, ATCUD ou SAF-T: isso é trabalho do programa certificado.
O código e os dados são meus? E se vocês desaparecem?
Sim. O código e os dados são teus: tens acesso ao repositório e podes exportar os dados a qualquer momento. Se um dia deixarmos de existir, qualquer equipa de desenvolvimento pega no sistema: é tecnologia corrente e documentada, sem plataforma proprietária por baixo.
Quanto custa?
Depende do que a tua equipa usa de facto, e é isso que mapeamos primeiro. A conta faz-se contigo na primeira reunião, com o que pagas hoje de um lado e o âmbito real do outro. Se não fechar para o teu caso, dizemos-te. Já o fizemos.
Quanto tempo demora?
À segunda reunião já tens um protótipo com dados teus. Um projeto típico nosso entra em produção entre algumas semanas e poucos meses, conforme os módulos e as dependências de terceiros (o parceiro do teu ERP, por exemplo). O prazo fecha-se contigo antes de avançar.
Já tenho PHC ou Primavera. Tenho de deitar tudo fora?
Não. Na maioria dos casos construímos por cima: o ERP continua a fazer contabilidade e faturação, e nós fazemos a camada operacional que ele nunca te deu. Quando faz sentido, substituímos só a parte que a equipa usa de facto (comercial, atendimento, aprovações) e o ERP encolhe para o que faz bem.
E a manutenção depois?
Depois do arranque há um plano mensal de manutenção e evolução, com horas dedicadas à tua empresa. Correções e funcionalidades novas entram aí, sem orçamento por cada alteração e sem custos variáveis por utilizador. O valor define-se contigo, à medida do sistema.
E os vencimentos e a contabilidade?
Integram-se. A contabilidade tem atos reservados ao contabilista certificado e o processamento de salários muda de regras todos os anos; ficam num motor certificado ou no software do contabilista, e o teu sistema alimenta-os com os dados já tratados. Tudo o que está à volta (aprovações, portal do colaborador, recibos, pré-contabilidade) é nosso. Nunca prometemos substituí-los.
Ficou alguma pergunta por responder? Tratamos dela na conversa.
























































